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Quando o número de saída dos colaboradores for elevado, é necessário descobrir o motivo. E pra isso, existe uma ferramenta pouquíssimo utilizada. Você já ouviu falar em entrevista de desligamento? Essa prática pode ser uma poderosa aliada na hora de reter funcionários e, consequentemente, diminuir o turnover na sua equipe.

 

Ao pedir pra sair ou em caso de demissão, as informações dadas pelo funcionário através da entrevista pessoal contribui para saber os reais motivos do desligamento. Os questionários usados para serem apenas preenchidos não são eficazes. Com a entrevista, as empresas aprendem com os funcionários.

Saber os motivos de um empregado decidir sair ou ficar mostra o que é preciso manter ou o que se deve mudar na organização. Com um processo de desligamento bem elaborado, é possível criar um fluxo de feedback constante. Nós já falamos sobre feedback aqui no blog.

 

Por que devo investir nesse método?

 

Não é novidade pra ninguém: os funcionários mais envolvidos e reconhecidos tendem a contribuir mais com a empresa e a possibilidade de partir é menor. Sendo assim, através de uma entrevista de desligamento bem executada, é possível ampliar a capacidade dos líderes de ouvir, revelar o que funciona ou não dentro da organização, destacar os desafios e as oportunidades ocultas e de quebra estimular a inteligência competitiva necessária.

 

Além disso, sinalizar aos empregados que as suas opiniões são relevantes para a empresa incentiva o comprometimento e aumenta a retenção. Isso pode ainda transformar funcionários que estão de partida em embaixadores da organização pelos próximos anos. Que tal? Afinal,  o programa estratégico de entrevista de desligamento é projetado para render benefícios contínuos e de longo prazo. Embora menos compreendido, esse pode ser um dos mais valiosos processos de gestão de talento.

Portanto, tenha sempre em mente que um processo de entrevista de desligamento eficaz cria mecanismos necessários para que as empresas aprendam sistematicamente sobre o seu recurso mais importante: o capital humano.

Pronto para colocar em prática?

 

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Seja qual for o perfil das empresas, a verdade é que a maioria das corporações atuais passam por processos de mudanças. O mundo corporativo é acostumado com a geração dos baby boomers - profissionais que permanecem na empresa, na maioria das vezes, do início da carreira até sua aposentadoria.  Mas hoje, as empresas se veem na obrigação de mudar o paradigma tradicional. E os principais responsáveis por essas mudanças drásticas são os cada vez mais exigentes Millennials ou Geração Y.

Por que as empresas não precisam temer a Geração Y?

A Geração Y, também chamada de Millennials, sofre um tipo de preconceito no atual universo corporativo. Isso porque são vistos como infiéis à empresa. Mas esses julgamentos equivocados  perdem a veracidade quando este quadro é visto de acordo com o atual cenário. Os paradigmas mudaram. Nas geração dos baby boomers, os profissionais eram leais ao extremo  às empresas. No caso dos Millennials, os profissionais esperam lealdade por parte das empresas e, com isso, trabalham de acordo com suas expectativas.

 

Como agregar valor a sua equipe com a Geração Y

 

Os millennials são constantes desafiadores. Essa característica é fundamental para inovar dentro das empresas. É um perfil inquieto, questionador e busca a todo instante por mudanças. Tais atitudes de extrema importância no âmbito de negócios, que por sinal, está cada vez mais dinâmico e competitivo.

 

Entenda os Millennials

 

  1. Não visam a remuneração: esse quesito é uma das maiores motivações dessa geração. Os millennials buscam qualidade de vida e flexibilidade. Por isso, preferem ganhar tempo na vida pessoal e não se importam em ganhar menos.

  2. Eles buscam fazer a diferença sempre: se envolvem com o trabalho de maneira rápida, sabem dos seus desafios e querem mostrar resultados da forma mais rápida possível para fazer a diferença.

  3. São extremamente informados: não é pra menos, certo? Afinal, é a geração filha da Era da Informação. Estão a todo instante conectados em redes sociais, pessoas, ideias e informações variadas sobre todos os assuntos. Para ter acesso a todo esse conhecimento, é importante saber lidar com toda essa informação. Por isso, é importante ter um mentor.

  4. São adeptos ao trabalho colaborativo: não priorizam a hierarquia. São adeptos de um modelo no qual todos participem e trabalhem em conjunto. Isso faz com que atinjam o resultado final de maneira rápida e satisfatória. Esse modelo é uma tendência nas empresas, afinal, é muito importante trabalhar como uma rede.

  5. O trabalho faz parte de suas identidades pessoais: essa geração não trabalha somente para garantir o sustento. Eles precisam estar alinhados com seus objetivos e crenças pessoais, pois o trabalho dá significado em suas vidas.

 

Agora que você já conhece esse perfil, que tal investir em Millennials para agregar valor a sua equipe?

 

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Nós já explicamos aqui no blog alguns dos prejuízos causados pelo turnover. No post de hoje daremos continuidade às dicas para diminuir a rotatividade da sua equipe.

 

Para saber se a rotatividade na sua empresa está alta é necessário avaliar os índices de saída e de pessoas contratadas. Quando o número de saídas é superior ao de contratações, é sinal de que medidas precisam ser tomadas antes de afetar outros indicadores. As más contratações são exemplos causados pelo turnover e que não são consequências do mau gerenciamento de uma equipe já formada.

 

Fique atento ao setor de RH!

 

A partir do momento em que o gestor ou responsável  não leva em conta os valores e cultura da empresa na hora da contratação, não leva em consideração requisitos exigidos, não confere as referências ou ainda comete equívocos em alguma outra etapa no processo de seleção, o risco de inserir pessoas com características indesejadas na organização é alto.  

 

É importante ressaltar a importância de um bom planejamento e atenção no setor de recursos humanos. O RH é fundamental para o crescimento do negócio. Por isso, contratar profissionais fora do perfil e sem as habilidades necessárias comprometem a credibilidade do setor e geram custos indesejáveis. Isso sem falar no mal estar na empresa capaz de comprometer os resultados na organização.

 

Invista em treinamentos

 

É indiscutível: a capacitação interfere diretamente na produção. Profissionais que visam a excelência almejam o crescimento contínuo e sucesso na carreira. Por isso, para manter talentos na empresa e reduzir o turnover é preciso planejamento por parte dos gestores para treinar toda a equipe.

 

Ao dar início ao planejamento, é preciso seguir alguns critérios como: capacitar os funcionários recém-contratados; identificar quem são os colaboradores com mais oportunidades e quais são os setores com queda significativa nos resultados; ter em mente o valor disponível para investimento; entre outros.

A produtividade, motivação, absenteísmo e crescimento favoráveis são indicadores de empresas que treinam o seu pessoal. Por isso, é imprescindível o investimento em recursos humanos.

 

Agora que você conheceu mais estratégias para reduzir o turnover em sua empresa, que tal começar maio com o pé direito?

 

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