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Internet das Coisas e a revolução nas empresas: ficar de braços cruzados não é mais uma opção

- 2 min leitura

 

Há quem diga que a Internet das Coisas está causando uma revolução silenciosa, no entanto, essa revolução vem causando é um barulho imenso por todos os lados. No meio empresarial o uso de conexões que permitam interações entre os mais diversos equipamentos já é uma realidade, mas ainda há muito o que evoluir.

A gente já explicou aqui o conceito de Internet das coisas e falou sobre o quanto ela está revolucionando nossa rotina. Agora a gente vai analisar o quanto isso pode mudar a rotina das empresas.

Mas antes um dado interessante: de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil fechou o mês de outubro de 2017 com 14,8 milhões de conexões máquina a máquina (M2M), usadas em diversas aplicações. Isso representa um crescimento de 20,1% quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

Ou seja, a tendência é de que nós cada vez mais estejamos conectados.

Agora vamos lá!

Uma pesquisa feita pela Unidade de Inteligência Economista (EIU) apontou que 60% dos 779 líderes de negócios globais concordam que as empresas que caminham a passos lentos na integração da sua empresa à Internet das Coisas ficarão para trás.

Com o poder de tornar pequenas empresas ainda mais competitivas que grandes organizações, essa tecnologia promete mudar para sempre o mercado. Áreas da medicina, do agronegócio, da indústria e varejo já começaram a utilizar a Internet das Coisas.

Na área do agro, por exemplo, uma empresa brasileira criou o primeiro trator totalmente conectado do mundo. A tecnologia possibilita que o agricultor monitore em tempo real o plantio, preparo, adubação e correção do solo, pulverização de agrotóxico e colheita. Com isso ele consegue fazer o acompanhamento das metas de trabalho definidas no planejamento da safra, aperfeiçoar a gestão e aprimorar a performance da lavoura.

O mercado possui necessidade de plataformas que auxiliem em uma tomada de decisão assertiva, com informações precisas e uma rápida análise de dados. A Internet das coisas chega para oferecer isso só que de uma forma bem mais simples, rápida e conectada.

Na área de vendas, por exemplo, as PMEs poderão prever quando consumidores precisarão de peças de substituição e garantir que tenham os produtos certos disponíveis. Vendas proativas de partes de reposição podem também prevenir perda de receita para outros vendedores.

Na engenharia ela pode ser útil no monitoramento das máquinas, onde poderá contribuir para ajustar os processos de produção, incluindo ao nível da escolha das matérias-primas.

Na logística: agilidade. Isso porque a informação em tempo real permite saber onde se encontra determinado lote, qual a fase da distribuição e se o mesmo registrou alguma quebra durante o trajeto.

Os sensores podem ainda ser utilizados para monitorizar as frotas e otimizar velocidades, consumos, necessidades de revisões, condições do motor, entre outros indicadores.

A IoT poderá gerar entre US$ 10,6 trilhões e US$ 14,2 trilhões em crescimento adicional do PIB até 2030 nos países que investirem nesta tecnologia desde já. Essa nova tecnologia chega para revolucionar por completo nossa rotina em todas as esferas. Cabe às empresas considerarem a implementação da Internet das Coisas em pequenos processos, ficar de braços cruzados enquanto essa revolução acontece definitivamente não é uma opção.

 

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