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Entenda o que são as etiquetas GPS e RFID

- 4 min leitura

Em logística e armazenamento, tudo o que qualquer gestor de empresa deseja é facilitar processos, agilizar caminhos e tornar o negócio cada vez mais seguro. 

Acompanhando as demandas do mercado, a cada dia que passa surgem novas pesquisas e estudos de tecnologia voltados a esse assunto. 

Afinal, é essencial que a empresa tenha conhecimento de informações como localização e rota dos seus produtos. 

Assim, as etiquetas GPS e RFID, tema deste post blog, foram feitas para localizar objetos. 

Elas possuem diferentes formas de operar, mas, em suma, foram desenvolvidas para ajudar a empresa no processo de logística. 

Para entender melhor do que se trata cada uma delas e como ambas funcionam, continue lendo! 


Porque investir em rastreabilidade 

Antes de começarmos a falar sobre GPS e RFID, você sabe porque deve investir em rastreabilidade? 

De forma direta, ter condições de rastrear o seu produto é fundamental para que o processo de logística possa funcionar como deve. 

Imagine os processos da sua empresa. A logística é composta por uma rede de caminhos a serem percorridos e a rastreabilidade te ajuda a entender em que ponto da cadeia ela está! 

Assim, quando um produto é rastreado, é possível adquirir informações como origem, localização atual e destino final. 

Além disso, é importante lembrar que as entregas também são responsáveis pelos resultados positivos de uma empresa. 

Ter um sistema de rastreio é um diferencial importante para empresas de todos os setores!

Os principais tipos de rastreio presentes no mercado, e os mais utilizados pelas empresas, são o GPS e o RFID. 

Isso acontece porque eles são os sistemas que mais contam com avanços tecnológicos disponíveis. 

Confira agora, respectivamente, o que é a tecnologia GPS e a RFID e como ambas atuam no processo de rastreamento!


O que é a tecnologia GPS 

GPS é mais uma das inúmeras siglas usadas no mundo da tecnologia. 

Ela tem origem no inglês, a Global Positioning System, e aqui no Brasil tem sua tradução como Sistema de Posicionamento Global. 

O GPS foi desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, tendo o primeiro receptor testado em 1982. 

O que motivou a criação do GPS foi o desejo de que ele se tornasse o principal sistema de navegação, usado pelas forças armadas do país. 

Hoje, o GPS é uma tecnologia bem desenvolvida. Em sua composição, apresenta um conjunto de 24 satélites que percorrem a órbita da Terra a cada 12 horas. 

E para obter os sinais de satélite gerados, há os chamados GPS Receivers, ou receptores de GPS. 

Esses são dispositivos eletrônicos que convertem os sinais em posicionamentos. Dessa forma, obtém-se a localização geográfica do objeto. 

Na cadeia de suprimentos, a etiqueta GPS é uma boa opção para trazer mais segurança para a empresa. 

Outro ponto positivo é que o uso de GPS pode ser integrado com outros recursos de segurança, entre eles o bloqueio remoto do motor e relatórios sobre o percurso. 

O sistema GPS pode ser usado tanto dentro do armazém, quanto fora. Sendo assim, ele também ajuda a localizar produtos dentro do próprio ambiente da empresa, entre o estoque. 


O que é a tecnologia RFID 

Esse é um sistema de rastreamento por radiofrequência. A sigla RFID vem do inglês, Radiofrequency Identification Data, e em português significa Identificação por Radiofreqüência.

A data do seu surgimento não varia muito em comparação ao sistema GPS. Ela começou a aparecer a partir da década de 1980. 

Quanto a sua funcionalidade, trata-se de uma rede de identificação por radiofrequência, alcançando distâncias variáveis. 

O RFID permite identificar individualmente cada produto, registrando informações técnicas e fornecendo o rastreamento. 

Para funcionar, o sistema depende de impressoras, etiquetas fixadas em cada um dos materiais, antenas, leitores e sistema de gerenciamento de dados. 

As etiquetas anexadas às embalagens dos produtos conseguem registrar o número de série, o modelo e os dados do fabricante.

Hoje no mercado existem três tipos de etiquetas RFID: passivas, semi-passivas e ativas.

As passivas têm vida útil longa, mas agem apenas no recebimento e resposta do sinal de radiofrequência que é enviado. 

As semi-passivas possuem uma base de baterias que são capazes de alimentar apenas seus circuitos internos. Nesse sistema, a comunicação acontece por meio do acionamento do leitor. 

É válido evidenciar que as semi-passivas não conseguem criar novos sinais de radiofrequência. 

Já as ativas têm uma bateria que alimenta os seus circuitos e também transmite informações. 

O sistema de característica ativa acaba sendo uma boa opção para ambientes que têm alta rotatividade no estoque. 

Independente do seu tipo, esse é um sistema mais voltado ao interior do armazém, funcionando como uma ótima ferramenta para controle de estoque!


Fique atento às siglas 

Por fim, temos um alerta para fazermos! 

Aqui em nosso blog nós sempre buscamos trazer conteúdos que, pelas nossas próprias palavras, vão te ajudar a se posicionar à frente da concorrência. 

Mas, uma dica que não podemos deixar de fora é que você acompanhe as siglas que surgem a cada novo dia. 

Foi assim que elaboramos esse conteúdo, a partir de duas siglas – GPS e RFID – muito conhecidas e usadas no setor de logística e armazenamento. 

Quanto mais você tiver conhecimento sobre elas, estará melhor preparado para, efetivamente, estar em posição de vantagem em relação aos concorrentes! 


E então, qual é a melhor opção para a sua empresa?

Se você ficou interessado no assunto, confira essa trilha de conteúdos sobre logística e armazenagem:

Venha conhecer mais sobre a Solution, acesse!

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